
No passado dia 14 de setembro, tivemos a alegria de realizar cinco batismos, integrados no retiro anual da nossa igreja. O Moisés, a Miriam, a Laila, a Alana e a Allana (quais são as probalilidades de batizarmos duas “Alanas”, no mesmo dia?) desceram às águas, onde deram testemunho da sua fé em Jesus Cristo e foram mergulhados, pelos pastores Rúben e Rialee, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Despois do testemunho dado pelo batismo, os cinco participaram na Ceia do Senhor, conduzida pelo pastor Arthur, e receberam os seus certificados de batismo, das mãos da pastora Luísa.
Um motivo de gratidão extra é o facto de, no ano em que completamos os 50 anos de existência da nossa igreja, realizarmos os batismos dos primeiros quatro bisnetos da nossa membro fundadora mais antiga – a nossa irmã Alice Reis!
Não deverão existir muitas igrejas, no mundo, que já ousaram associar a imagem de uma “água-viva” (medusa), como são chamadas por estes lados, com o batismo. Por um lado, é um jogo de palavras, que alude à promessa de que correrão “rios de águas vivas” dentro de quem crê em Jesus. Por outro lado, a dor que sentimos, quando somos “picados” por um desses seres, evoca as “picadas” que Jesus sofreu por nós, para que não tivéssemos que as suportar. Jesus entrou num mar cheio de “águas-vivas”, sofrendo toda essa dor, para que nós possamos entrar nesse mesmo mar, sem sofrer qualquer dano.

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